Para twitteiros viajantes

29 01 2010

O Twitter também pode ser uma ferramenta para auxiliar na busca de hotéis. Basta enviar uma mensagem a @Twihotels informando o destino, o período de permanência, a categoria do hotel e o número de quartos/leitos, em inglês ou na língua do destino.
(via @HPdG) I am looking for a #4 Star #hotel at #Milan, #Italy from Sep 01, 2009 to Sep 02, 2009. Rooms required: 1, Total people: 1 (Adults-1, Children-0).
Os hotéis que seguem o Twihotels poderão ver a requisição e entrar em contato com você.
Esta ferramenta pode ser integrada ao WordPress com o plugin Tweet Tolls 2.0.
Você também poderá fazer a pesquisa diretamente de http://twihotels.com
Uma desvantagem, que pode ser momentânea, é que ainda há poucos hotéis seguindo Twihotels, somente 145.
com informações de @alegiagnoli





ACHOLOGIA E CHUTOMETRIA

24 01 2010

Eu acho...

Eu acho...


Se tem uma coisa que nós brasileiro sabemos fazer bem é emitir opinião sobre qualquer coisa, e nos meios de comunicação isto se torna um prodígio. Pessoas que, influenciadas pela retórica caetanista pensavam que o Haiti era aqui, se revelam profundas conhecedoras daquele abalado país da Ilha de Hispaniola, e com mais duas doses de vodka são até capazes de discorrer em francês “creole”.
Não importa qual seja o assunto sempre se tem uma opinião a dar, sempre aparece alguém para dizer eu acho que… e está aí uma verdadeira ciência brasileira, a achologia. O achismo invade tudo, da medicina à engenharia, nos esportes nem se fala.
Hoje assistindo aos telejornais vi, como costuma ocorrer, praticamente a mesma reportagem, sobre o mesmo tema, em distintos canais. Nos três, diferentes valores para um mesmo dado, no caso a ocupação hoteleira em Aracaju por conta da realização do Précaju. Os número oscilaram entre 80% e 100%, vinte pontos percentuais é uma bela diferença. Detalhe em nenhum momento foi citada a fonte dos dados. Em duas das reportagens os dois hotéis mostrados foram os mesmo, ambos localizados na Orla de Atalaia. Alguém consultou os hotéis que estão mais afastados da Orla, e aqueles bravos que ainda resistem no Centro da Cidade para saber sua ocupação? Isto não é só achologia, é um grau mais avançado, também muito praticado na terra brasilis, a chutometria.
Mas este é um problema típico do Brasil, fazer turismo sem planejamento, sem conhecer os dados que balizem a ação. As pesquisas quando se faz não há a mínima preocupação em se desenhar uma amostra, ao contrário dá-se “Graças a Deus” por encontrar quem queira responder os longos questionários.
Se um destino está com problemas 20 em cada 10 pessoas vão se pronunciar que é necessária mais promoção. E se gasta dinheiro em fampress, mídias diversas, feiras, etc. Muito dinheiro para pouco resultado. Nenhum outro segmento da economia se promove do modo que o turismo o faz, qualquer um sempre antes de lançar um novo produto ou serviço no mercado primeiro se abastece de dados sobre os possíveis clientes e sobre a necessidade aquele produto ou serviço, e só então inicia a promoção utilizando-se os meios e veículos adequados à clientela que se pretende atingir. No turismo ainda ocorre algo pior muitas vezes a promoção é feita quando o turista já decidiu para aonde vai nas férias, ou muito próximo do “evento turístico” que se quer promover.





Um nicho dentro de um nicho.

7 01 2010

A segmentação do turismo é fato consumado, quer seja a segmentação pela demanda, a partir da categorização dos consumidores em suas várias dimensões (origem, idade, sexo, classe social, etc.); quer seja pela, a mais comum , segmentação do produto (cultural, rural, ecoturismo, aventura, praia e sol, etc.). Agora a grande sacada é desenhar novos produtos a partir da composição entre segmentos demanda-produto, por exemplo, turismo de aventura para pessoas com necessidades especiais; ou ecoturismo para a terceira idade, é o que se pode traduzir com um nicho dentro do nicho.

Conhecer os diversos segmentos que podem ser trabalhados em um destino é ampliar o leque de produtos a serem ofertados. Uma abordagem interessante é o desenho de viagens para o público homossexual com foco na espiritualidade. A proposta é o planejamento de viagens para que se participe, só ou em companhia, de um retiro ou oficina focado no autodesenvolvimento espiritual, esta abordagem é contrária ao que normalmente se propõe para este segmento de público, em que a proposta sempre está relacionada a destinos festivos, ou com uma boa oferta cultural e gastronômica. Essencialmente é uma mostra que ainda há muito por desenvolver no que toca ao planejamento turístico para o qual é indispensável conheceremos não só o nosso destino e todas as possibilidades que ele oferece, para a partir daí, construída a oferta trabalharmos a demanda.
Aqueles que quiserem saber mais sobre planejamento de viagem gay com foco no desenvolvimento espiritual vejam o artigo Planning Gay Travel With A Spiritual Focus





Quo vadis?

5 01 2010

Será este o caminho?


A primeira vez que eu fui à Finlândia, eu me preparei literalmente para entrar em uma fria, pois o meu destino nórdico era quase vizinho ao Circulo Polar Ártico, Rovaniemi, a capital da Lapônia, mais conhecida como lar do Papai Noel. Apaixonado por idiomas que eu sou sabia muito bem que a língua falada por aquelas bandas não tem parentesco com nenhuma outra, enquanto que os vizinhos nórdicos, conseguem se entender, já que sueco, norueguês e dinamarquês, são da mesma família, quem fala finlandês, que ainda por cima tem dialetos, não tem esta facilidade.
Mas voltando à vaca fria, neste caso uma vaca congelada muito abaixo de zero, nos meus contatos prévios à viagem obtive um dado precioso, normalmente as informações em placas estava em dois idiomas, menos mal assim não precisaria me preocupar em desvendar o mistério pelo qual até as palavras do vocabulário turístico que se assemelham em vários idiomas em finlandês soa a qualquer coisa, menos aquilo que queremos, como ravintola, que é restaurante, ou puhelin, que como pode-se ver tem tudo a ver com telefone.
Eis que chego a Helsinque em um primaveril (deles) abril, e sou recebido com uma nevasca, tudo bem estava preparado para isto, ou quase se a minha mala não tivesse ficado em Paris, talvez isto tenha ocorrido porque voo em finlandês é lento, não eu não quis dizer que na Finlândia os voos são lentos, até mesmo porque lá até o trenó voa a velocidades além da luz, ou como você acha que daria para Noel entregar tantos presentes mundo afora?
Fui me instalar e esperar pela bagagem. No caminho para o hotel vou tentando me localizar lendo as placas e descubro que realmente tudo está dois idiomas, finlandês e… sueco!!! o outro idioma oficial da Finlândia, mas eu sabia que quando eu chegasse a Rovaniemi iria ser diferente, pois ela, apesar de pequenina, é uma cidade, ao menos durante um mês do ano, muito mais turística que Helsinque, e já tinha informação que lá as orientações estão em até quatro idiomas, o que quando cheguei constatei não ser mentira, pois normalmente as informações estavam em finlandês, sueco e… russo! Mas eu disse até quatro, então em um lugar turístico somente poderia ser inglês, certo? Errado. O quarto idioma era a língua sami, um povo autóctone.
E a que vem este longo introito? Vem a propósito de um tema que sempre recebe críticas nas pesquisas turísticas. Sinalização turística, e é interessante que sempre nos preocupamos que a sinalização seja bilíngue muito antes de saber qual a origem dos nossos turistas, não nos preocupamos que a sinalização seja lógica, não lógica do ponto de vista do morador, mas daqueles que não estão familiarizados com o sistema viário da cidade visitada, acha-se que colocando um placa apontando praia/beach e outra 10km depois o problema está resolvido, entre a primeira placa e a próxima há cruzamentos, rótulas, viadutos, desvios, e a insegurança, será que não deveria entrar à direita naquele acesso?
Mas hoje nada como a boa e nova tecnologia para ajudar-nos, basta um valhei-me Nosso Senhor do GPS para ficar perdido, mas com a sensação que está no caminho, pois ali está o GPS, que conta com a colaboração das Prefeitura e Câmaras Municipais para manter o seu mapa desatualizado, . Afinal de contas por que simplificar se podemos complicar. A Rua de Baixo agora se chama Rua de Cima, mas os moradores ainda a conhecem pelo antigo nome de rua do meio, ruas que eram mão passam a contramão, e por aí vai, e o melhor que ainda há lugares que você sempre pode contar com a gentil colaboração dos locais, com as suas precisas respostas que vão de um “sei não meu rei” à uma indicação que fará você chegar à qualquer lugar menos aonde deseja.
Mas felizmente hoje há diversas ferramentas que podem verdadeiramente auxiliar o turista, eu uso as da google (earth e maps) mais o mappy.
Antes que eu me esqueça, na Finlândia o inglês pode ser empregado tranquilamente.





Sueños y experiencias

25 11 2009

Antes de viajar soñamos, anticipamos la llegada, saboreamos las comidas, disfrutamos de os ambientes generamos expectativas en nosotros mismos. Pero turismo es un producto sui genere, compramos algo que no tenemos certeza absoluta que nos van a entregar de la misma forma que esta en los catálogos.
Nosotros gestores culturales no podremos hacer azul un mar que nos es azul, o poner más agua en una cascada que esta casi seca, pero podemos aproximar el turismo de la realidad, haciendo que sueños se vuelvan en una experiencia positiva.
Sueños y experiencias son dos palabras que señalan tendencias en la economía y que fueron incorporados por el turismo., pero que son dos cosas comunes a la cultura
Para Rolf Jensen, un Cientista Político danés, autor del libro The Dream Society,
“Entraremos en la sociedad de los sueños, donde el consumo será mucho más emocional que racional, y las empresas tendrán que agregar sus valores e su historias a los productos se desean conquistar el corazón del cliente”, la conclusión es evidente, “No tenemos defensas contra una historia bien contada, porque va directa al corazón”, nos dice. Las personas no tomarán sus decisiones sólo por los beneficios intrínsecos de los productos y servicios, sino cada vez más por un valor agregado que satisfaga sus necesidades emocionales de aventura, amor, amistad, identidad, tranquilidad, fe o creencias. “Historias y cuentos hablan directamente al corazón” y los turistas buscan emociones un encuentro con lo inesperado. Hay quienes llame a eso de economía de la experiencia, pero es otra historia.
Y que papel juega la gestión cultural en ese nuevo turismo?
Desde la perspectiva de diseño del producto la gestión cultural ayudará a contar historias, empezando por rescatar las historias que existen. No hay ninguna necesidad de crear nuevas historias, ellas hacen parte de la vida de las comunidades, y el principal será ayudar a materializar sueños, que según creé Jensen es el móvil del desarrollo humano.
Las historias contadas, y vividas, harán parte da experiencia del viaje, lo que nos lleva a la economía de la experiencia.
Para Pine y Gilmore, en su libro La economía de la experiencia: el trabajo es teatro y cada empresa un escenario, “La economía de la experiencia es una nueva era económica en la que cada empresa es un escenario y todas ellas deben urdir memorables ‘puestas en escena’, para asistir a los cuales hay que pagar la entrada”. Según estos autores, más allá de proveer servicios, las empresas exitosas deben ofrecer experiencias memorables para sus clientes.
Diseñar escenarios para que turistas vivan experiencias positivas de disfrute del patrimonio cultural y natural es un nuevo reto para la gestión cultural.
La nueva propuesta para el turismo cultural y comunitario es la participación de del gestor cultural como arquitecto de sueños e ingeniero de experiencias.





Turismo e culturas

7 11 2009

Um dos benefícios que a atividade turística pode trazer é o diálogo entre culturas, contribuindo para a construção de uma cultura de paz. A partir do momento em que eu passo a conhecer melhor o outro, passo a respeitar o seu modo de ser por mais diferente que seja do meu. No diálogo entre cultura e turismo é essencial não somente trabalhar as comunidades receptoras, mas também se preocupar com a educação dos visitantes, especialmente quando a atividade turística está deixando de ser passiva, observadora, para ser ativa, experimentadora. O diálogo da cultura com o turismo é essencial para minimizar os impactos negativos e potencializar os positivos. Especial cuidado deve ser tido em relação à construção de falsos símbolos, para agradar ao turista, se na preocupação em não perder os recursos advindos do turismo as comunidades passarem a se adaptar cada vez mais àquilo que os visitantes querem deixarão de ser elas próprias para serem um pastiche daquilo que um dia foram, estando muito longe ainda de serem aquilo que os visitantes são, ainda que à eles se assemelhem.





Turismo: Consagração da Diversidade

26 09 2009
Turismo: Consagração da Diversidade

Turismo: Consagração da Diversidade


Há 30 anos a Organização Mundial do Turismo instituiu o 27 de setembro como o Dia Mundial do Turismo, a cada ano os eventos giram em torno de um tema. Se em 2008 fomos convidados a “Responder aos Desafios das Mudanças Climáticas” (Responding to the Challenge of Climate Change), em 2009 nos é oferecido a oportunidade de celebrar a Diversidade (Tourism: Celebrating Diversity).
Esta diversidade não deve ser compreendida tão somente como a diversidade cultural e natural que faz com que cada destino seja diferente do outro, mas também a diversidade de olhares, a qual permite que cada turista veja de maneira única o lugar visitado.
Um olhar diverso sobre o outro (destino, paisagem cultura, pessoas), é catalizador para a cultura de paz, somos diferentes e diversos, mas somos membros da mesma humanidade, e assim o turismo contribui, para a abertura das fronteiras, ainda que nas fronteiras físicas se exijam os vistos e passaportes.
A diversidade natural e cultural motiva o turismo, e este traz como benefícios o desenvolvimento social, a redução da pobreza, e, para assegurar a continuidade dos benefícios, a preservação da própria diversidade.
Preservar esta diversidade, lutar contra construção de não lugares, contra a clonagem de festas e eventos, é a garantia que o turismo continuará vivo, pois se todos os lugares se parecerem, se todas as culturas se pasteurizarem, não haverá motivo para fazer turismo, pois o outro lugar também passará a ser onde já estamos.
Imagem daqui: http://www.redbubble.com/people/jameslillis/clothing/1294869-2-celebrate-diversity-smurf-style

Imagem daqui: http://www.redbubble.com/people/jameslillis/clothing/1294869-2-celebrate-diversity-smurf-style





MAIS QUE UM CASTELO DE CARTAS, UM HOTEL

20 09 2009

Quando você pensa que já viu tudo em matéria de esquisitice na construção de hotéis, o IHG se supera, e lançou no último dia 18 de setembro, em Nova York, um hotel feito inteiramente de cartões magnéticos (key cards), da recepção ao banheiro tudo foi construído com cartões plásticos, a bem da verdade com 37 m² de área construída o Holiday Inn Key Card Hotel, isto mesmo Holliday Inn, resume-se à recepção e a um quarto, e não é propriamente um hotel, mas sim uma maneira que a rede encontrou de relançar a marca em grande estilo.
O Hotel foi construído por Bryan Berg, recordista mundial em construção de Castelo de Cartas (se não fosse pelo IHG morreríamos sem saber que existia esta categoria), que usou 200.000 cartões magnéticos.
Até o dia 21 de setembro o “hotel” estará aberto ao público e durante este período Bryan Berg estará trabalhando no lobby para erguer uma réplica do Empire State Building, com 3m de altura.





Olá! Está me ouvindo?

4 09 2009

Como dizer olá a quem não entende olá? O Ministério do Turismo acha que tem a resposta e lança um grande programa de qualificação em idiomas para os trabalhador do turismo, não raro órgãos estaduais e municipais de turismo também promovem cursos rápidos de inglês ou espanhol instrumental, seja lá que variante do idioma isto for, para estes mesmos profissionais. No caso do MTur a ação visa a Copa do Mundo de 2014, nos demais casos o alvo são os turistas estrangeiros, mesmo que raros em alguns destinos, que aportam por aqui ao longo do ano.
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Mas com é que dizemos olá a quem não entende olá? Não porque fale um dialeto arcaico, até porque esta pessoa é brasileira e se comunica utilizado a língua que desde a edição da lei nº 10.436/2002 foi reconhecida como meio legal de comunicação e expressão, algo como uma segunda língua oficial do Brasil. Pois é o turismo ainda não descobriu que há uma grande comunidade de brasileiros que não fala português, mas utiliza a LIBRAS (Linguagem Brasileira de Sinais) para se comunicar. Se eles são surdos o setor turístico é cego a estes milhões de brasileiros, há números os mais diversos sobre a real quantidade.
Hoje a integração da pessoa com deficiência motora já é algo comum, muito mais pela força da legislação imobiliária que propriamente por uma opção de mercado. A atenção aos cegos já se está iniciando, principalmente em restaurantes que disponibilizam cardápios em braile, e mesmo em algumas cidades, a exemplo de Aracaju, onde o piso tátil está se tornando comum, entretanto quando é que o turismo vai passar a integrar os deficientes auditivos?
É hora de se enxergar os sinais desse público.





Turismo em tempos de cópia.

27 08 2009

Sabem aquela sensação conhecida com dèjá vu? ela está cada vez mais frequente no turismo, é cada vez mais do mesmo. Se deu certo em um lugar vamos fazer o mesmo por aqui. Quantas vezes não vimos projetos serem lançados como a Cancun de “Deus-sabe-onde”, e cá entre nós para que repetir Cancun se hoje os próprios mexicanos se penitenciam dos pecados cometidos fazendo com que os novos projetos da Riviera Maya sejam mais sustentáveis.

Esfínge e piramide em pleno deserto...de Nevada (EUA)

Esfínge e piramide em pleno deserto...de Nevada (EUA)


E é por esta onda do control+C Control+V que assola os projetos(?) turísticos mundo afora que os não lugares acabam se multiplicando e as fotos perdidas nos HD’s tornam-se memórias irrecuperáveis, porquanto não somos capazes de, pelas características do entorno, reconhecer tal e qual paisagem. Dos jardins composto de plantas proveniente de todas as dimensões da galaxia à arquitetura tudo remete a qualquer lugar, menos ao lugar onde realmente se esteve.
Mas não basta copiar a arquitetura o paisagismo, agora deu-se para copiar os eventos, a parada gay faz sucesso para o turismo em São Paulo, então por que não copiar o modelo, não para ser algo espontâneo para celebrar a diversidade sexual, mas sim como um produto turístico, e o que falar das micaretas ou carnavais fora-de-época que pipocam Brasil afora com as mesmas bandas e abadás franquiados, muitas vezes custeadas pelo meu, pelo seu, pelo nosso dinheirinho regiamente repassado através do Mtur para o município que não tem um simples atrativo trabalhado e que anualmente recebe uma centena de visitantes da capital, pessoas que por vários interesses acompanham o/a filho(a) pródigo(a) que à terra natal retorna para cumprir o ritual anual de visitar os pais em uma destas festas em que a família tem que estar reunida.
New York, New York

New York, New York


Veneza americana

Veneza americana